A evolução da internet se deu com a crescente digitalização e com a acessibilidade à banda larga, que ampliou o potencial de transmição de dados, imagens, sons e muitos outros. na Europa, um modelo idealista, vem mostrar um ambiente de serviços inteiramente interativo da acesso a todos os serviçõs eletrônicos concebíveis através das redes públicas e disponíveis a todos por preços cada vez mais baixos.
A tecnologia, aos poucos inserida nas rotinas da gestão estratégica e administrativa, começa a ser reconhecida como elemento de qualificação do ensino e o sitema educacional tem se ocupado, ainda que em pequenas doses frente às necessidades, das discussões e projetos de modernização tecnologica na gestão educacional de um modo geral.
O modelo de ensino pautado nas tecnologias da informação e comunicação altera a relação ensino-aprendizagem, podendo instalar uma nova fonte uma nova fonte de autonomia pela prática da pesquisa, por parte do docente e do acdêmico, em psse do aceeso a Internet, conhecimento sobre seu funcionamento e suas aplicações facilitadoras da produção dos saberes.
Uma das dificuldades do professor para a gestão do referencial tecnológico recomendado ao aluno é seu conhecimento e acompanhamento do ferremental ou do site institucional melhor indicado para opiar seu trabalho como professor e os estudos, pesquisas e produção de conhecimento de seu aluno.
Hoje, deste universos de informação e comunicação em rede, fora de controle e de incontáveis temas e conteúdos disponiveis ao acesso na Internet, o aluno tem o mesmo acesso que o professor e pela sua própria condição e motivações de descoberta e de novidades, pode acessar antes mesmo do professor dados interessantes ou não para o assunto em questão.
A partir disso, os professores tem desanimado em relação ás possibilidades da Internet como recurso de pesquisa e como complemento de seu trabalho pedagógico, pois a própria visão de professor disseminada na sociedade, com salários baixos, falta de reconhecimento e de condições de trabalho diferenciado, eos longos períodos de greve por piso salarial, ao mesmo tempo em que fizeram avançar a luta de professores de rede pública, serviram também para expor publicamente a condição de trabalho e as necessidades básicas da educação, não atendidas.
Portanto, não basta pensar na formação e na capacitação do professor, mas cobrar políticas educacionais que contribuam para a efetivação das transformações necessárias ao sistema escolar.
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